Novo iPad mini ganha tela OLED e resistência à água; no Brasil, parte de R$ 8.499

É a maior atualização da história do tablet pequeno da Apple, segundo a empresa. Mas o preço subiu — e ainda não há data de chegada ao Brasil.

Novo iPad mini com respingos de água sobre uma superfície molhada

Imagem ilustrativa · Arte Nuvértia

A Apple anunciou na segunda-feira, 26 de outubro de 2026, o novo iPad mini, que a empresa chama de “a maior atualização” do modelo até hoje. As mudanças vão da tela ao processador, passando por algo inédito na linha: proteção contra água e poeira.

O que mudou

  • Tela: OLED de 8,5 polegadas, no lugar da antiga LCD, com brilho de até 1.200 nits — o dobro do modelo anterior — e bordas 24% mais finas. Há opção de vidro nano-texture, que reduz reflexos.
  • Desempenho: chip A20 Pro, o mesmo do iPhone Duo. Segundo a Apple, até 4,5 vezes mais rápido em tarefas de inteligência artificial e 2,7 vezes mais rápido em gráficos que o antecessor.
  • Corpo: 5,4 mm de espessura (antes: 6,3 mm), 263 gramas e certificação IP67 contra água e poeira — primeira vez na linha mini. Cores meia-noite e estelar.
  • Outros: câmeras de 12 MP, com a frontal na lateral maior; Wi-Fi 7 e Bluetooth 6; compatível com Apple Pencil Pro e Apple Pencil (USB-C).
  • Sistema: vem com iPadOS 27 e a nova geração da Apple Intelligence; a nova Siri com IA chega em versão de testes (beta).

Preços no Brasil

VersãoPreço oficial
Wi-Fi, 128 GBR$ 8.499
Wi-Fi, 256 GBR$ 9.699
Wi-Fi, 512 GBR$ 12.999
Wi-Fi + Cellulara partir de R$ 10.499
Com vidro nano-texturea partir de R$ 10.899
Preço para educaçãoa partir de R$ 7.899

Acessórios: Smart Folio, R$ 799; Apple Pencil Pro, R$ 1.499; Apple Pencil (USB-C), R$ 899.

Nos Estados Unidos, o preço inicial é de US$ 699 — US$ 200 a mais que a geração anterior —, com entregas a partir de 6 de novembro. No Brasil, a Apple ainda não informou a data de lançamento.

Vale a pena?

Para quem quer um tablet pequeno para ler, desenhar ou assistir, o salto de tela e desempenho é grande. O ponto fraco é o preço: no Brasil, o modelo de entrada custa mais que muitos notebooks.

Fontes: Apple Newsroom Brasil; Tecnoblog; O Globo.

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